07 fevereiro 2011

Tema: reprodução sexuada nas plantas- frutos e sementes

Resumo:Depois de ocorrer a polinização o estigma fica cheio de grãos de pólen, desenvolvendo-se o tubo polínico, onde se formam gâmetas masculinos. O tubo polínico atravessa o estilete até atingir o óvulo, o qual contém o gâmeta feminino.
Um dos gâmetas masculinos junta-se ao gâmeta feminino e origina o zigoto. O outro gâmeta masculino junta-se a outra célula do óvulo, formando uma célula que, posteriormente, produz substâncias de reserva - célula-mãe das substâncias de reserva.
Após a fecundação, o ovo ou zigoto origina o embrião e a célula-mãe das substâncias de reserva forma as substâncias de reserva.
Ao embrião mais as substâncias de reserva envolvidos por um tegumento chama-se semente.
Os frutos derivam do ovário das flores. Após a fecundação dos óvulos no seu interior, o ovário inicia um crescimento, acompanhado de uma modificação dos seus tecidos provocada pela influência de hormonas vegetais, que interferem na estrutura, consistência, cores e sabores, dando origem ao fruto, os frutos mantêm-se fechados sobre as sementes até, pelo menos, o momento da maturação. Quando as sementes estão prontas para germinar, os frutos amadurecem, e podem abrir, liberando as s
ementes para o solo, ou tornam-se aptos a serem ingeridos por animais.
Podemos distinguir 3 camadas na maioria dos frutos: Epicarpo, mesocarpo, endocarpo. Os frutos podem ser classificados de diferentes formas.


Palavras-chave: Frutos, fecundação, tegumento, cotilédone, embrião, feijão, maçã, reprodução sexuada, semente, ovário.

Observações e resultados
Passou-se primeiramente a uma observação macroscópica do feijão:
  • O feijão é uma semente que na maior parte dos casos apresenta o seu corpo com forma de rim e apresenta uma camada superficial designada por tegumento. Debaixo do tegumento abriga-se o embrião, onde se distinguem duas grandes massas brancas que têm o nome de cotilédones.
De seguida passou-se a observação de uma maçã

Discussão dos resultados:

O fruto é uma estrutura auxiliar no ciclo sexual da vida das Angiospérmicas. O seu desenvolvimento é um factor inquestionável no sucesso da sua evolução, uma vez que protege as sementes, permitindo a sua maturação e ajuda na sua disseminação.
Os frutos dividem-se bascicamente em 3 partes:
  • Epicarpo: camada externa, normalmente uma camada membranácea e fibrosa; pode ser lisa ou rugosa e é popularmente conhecida como casca é a camada mais externa do fruto,que se origina a partir da epiderme do carpelo;
  • Mesocarpo: camada imediatamente abaixo do epicarpo, suculenta,que pode ou não armazenar substâncias de reserva;
  • Endocarpo: camada mais interna, normalmente a camada mais rígida que envolve as sementes.





Fig.1. Exemplo representativo da formação de um fruto.

Os tipos de frutos são vários, e podem ser classificados de diversas maneiras, seguindo diferentes critérios.
Quanto à composição
  • Frutos simples: Derivados de um único ovário de uma flor. Podem ser secos ou carnosos, uni a multicarpelares, deiscentes ou indeiscentes.
  1. Frutos simples carnosos:Possuem pericarpo suculento.
  2. Frutos simples secos: Possuem pericarpo seco.
  • Frutos compostos
Quanto ao tipo de abertura
  • Frutos deiscentes: abrem na maturidade
  • Frutos indeiscentes: não abrem na maturidade
As sementes desenvolvem-se a partir de estruturas chamadas óvulos, que existem nas flores ou nos cones de uma planta após a fecundação.

Os botânicos classificam as sementes em dois grupos principais: as sementes encerradas e as sementes nuas.
  • As Sementes Encerradas são produzidas pelas angiospérmicas. Os óvulos encontram-se dentro do ovário, uma estrutura que existe no interior da flor. À medida que a semente amadurece, o ovário expande-se e forma o fruto, que protege a semente em desenvolvimento.
  • As Sementes Nuas são produzidas pelas gimnospérmicas. Essas árvores e arbustos produzem óvulos na superfície superior das escamas que formam os cones. As gimnospérmicas não têm ovário, de forma que suas sementes não ficam encerradas durante o desenvolvimento. No entanto, as escamas dos cones fecham-se enquanto as sementes amadurecem, oferecendo-lhes assim alguma protecção.


As sementes podem ser normalmente divididas em três partes
  • Embrião: é a parte da semente que dá origem à planta
  • Tecido que contém a reserva alimentar, cotilédones: As angiospermicas têm um ou dois cotilédones. As que possuem um cotilédone são chamadas monocotiledôneas. As angiospermicas com dois cotilédones são chamadas dicotiledôneas.
  • Tegumento:recobre o embrião e o tecido que contém a reserva alimentar, protegendo-os de danos, insetos e perda de água


Fontes:
VIDAL, Waldomiro Nunes & VIDAL, Maria Rosária Rodrigues (1990). Botânica organografica: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamos. (3 ed.). Viçosa: Universidade Federal de Viçosa.

Nota
Devido a problemas técnicos não nos foi possível adicionar as imagens relativas à maça e ao feijão referidos ao longo do relatório. Pedimos desculpa pelo sucedido.


15 janeiro 2011

Relatório de observação - orgãos sexuais da flor


Tema/Teoria: Reprodução sexuada nas plantas com flor

Resumo: Nas plantas, as estruturas onde são formados os gâmetas designam-se por gametófitos. Os estames são os órgãos sexuais masculinos, formados pela antera e pelo filete e os carpelos são os órgãos sexuais femininos da planta constituídos pelo estigma, pelo estilete e pelo ovário. No interior do ovário formam-se os gâmetas femininos, que se designam de oosferas, em estruturas pluricelulares chamadas óvulos. Os anterozóides são os gâmetas masculinos que são formados no tubo polínico, que se forma a partir da germinação dos grãos de pólen que caem sobre os estigmas. Os grãos de pólen resultam da meiose pré-espórica, que ocorre no interior dos sacos polínicos que se localizam nas anteras. Para que ocorra a reprodução é necessário que se verifique a polinização, isto é, que haja transporte de grãos de pólen para os órgãos femininos.
Nas plantas com flores, os mecanismos de polinização contribuem para a diversidade genética dos indivíduos.

Palavras-chave: Reprodução sexuada, gametófitos, estames, carpelos, ovários, flores, ser haplodiplonte, grãos de pólen, antera, filete, estigma, estilete, oosferas, anterozóides.

Observações/Resultados:












Fig.1- flor de lírio(Lilium sp)

Foi observada a estrutura de uma planta, flor de lírio (Lilium sp) com folhas grandes, lanceoladas e lisas, uniformemente distribuídas ao longo da haste floral. (Fig.1)




Fig.2
1-Pétala
2-Estilete
3-Ovário
4- Estigma
5-Antera
6-Filete

De seguida observou-se de forma mais particular os órgão sexuais da flor de lírio.
  • O estame,órgão reprodutor masculino,é consitituido por : um filete e uma antera, a antera possui no seu interior os sacos polinícos que contêm os grãos de pólen.(Fig.3)
  • O carpelo,órgão reprodutor feminino, é constituído por: um estigma, onde chega o pólen, por um estilete e por um ovário, no interior do qual existem óvulos.(Fig.3)



Fig.3 Constituição da flor (órgãos sexuais)
De seguida procedeu-se ao corte longitudinal do ovário que foi observado numa lupa binocular.(Fig.4)

Fig 4- Corte longitudinal do ovário.

Continuando a observação, passou-se agora a ver na lupa binocular uma antera com ampliação de 20x (Fig.5)











Fig.5-Observação de uma antera.

Passou-se novamente à observação do ovário mas desta vez foi efectuado um corte transversal que permitia a observação dos óvulos.(Fig.6)



1-óvulo

Fig.6- corte transversal do ovário.

Observaram-se grãos de pólen provenientes do interior das anteras, preparou-se uma preparação temporária onde o meio de montagem utilizado foi água destilada. (Fig.7)

















Fig.7 Grãos de pólen observados ao microscópio óptico

Discussão dos resultados:

Fig.8 ciclo de vida haplodiplonte de uma angiospérmica.


A planta observada é considerada traqueófita pois:
  • possui raiz, caule e folhas
  • é vascular,
  • geração esporófita dominante geração gametófita reduzida
da classe angiospérmica
  • possui flor
  • óvulos encerrados em ovário
  • possuem tubo poliníco
subclasse monocotiledónea.

Para que ocorra reprodução é necessário que se verifique a polinização, isto é, que haja transporte de grãos de pólen para os órgãos femininos, no caso do lírio o tipo de polinização mais utilizado é a polinização cruzada.
O facto de o estigma se encontrar acima das anteras condiciona o processo de fecundação directa.
A flor presente nesta planta para além de aumentar a variabilidade, uma vez que atrai insectos o que possibilita a fecundação cruzada , é também o centro reprodutor deste tipo de plantas e é um factor importante na evolução e adaptação destas plantas à vida terrestre. A planta apresentada assim com outras angiospérmicas apresenta uma fecundação independente da água devido à presença de um tubo polínico que a substitui pelo que os anterozóides não possuem flagelos.
No ciclo de vida da flor de lírio existem duas gerações alternantes. A geração esporófita inicia-se no zigoto, o qual origina o embrião que , após o período de latência, entra em desenvolvimento, formando a planta autónoma, produtora de esporos (grãos de pólen).
A geração gametófita inicia-se com a produção dos esporos (grãos de pólen), originados por meiose pré-espórica. A geração esporófita é a mais notória, uma vez que, na geração gametófita as entidades mais representativas são o tubo polínico e o saco embrionário germinado.
Quanto mais evoluida for uma planta mais desenvolvida é a geração esporófita, logo diplofase, o que leva à existência de um maior número de cromossomas, logo uma maior variabilidade genética e uma maior capacidade de adaptação ao meio.


Fontes:
Silva Amparo, Gramaxo Maria, Baldaia Ludovina, Félix José. (Terra Universo de Vida), 1ª parte - Biologia.Porto Editora

11 dezembro 2010

Relatório de microscopia- Reprodução nos seres vivos

Tema:Reprodução sexuada e reprodução assexuada


Resumo:
Todas as espécies possuem a capacidade de originar descendentes, garantindo, deste modo, a sua sobrevivência. A reprodução é o fenómeno que garante a continuidade das gerações e a transmissão da vida desde o seu aparecimento até aos dias de hoje. Existem duas formas diferentes de reprodução: a reprodução assexuada e a reprodução sexuada.
Os seres procarionte e a maioria dos seres unicelulares e
ucariontes podem reproduzir-se assexuadamente este tipo de reprodução ocorre também nos seres multicelulares. Na reprodução assexuada formam-se novos indivíduos a partir de um só progenitor sem ocorrer fusão de gâmetas, ou seja, sem fecundação.
A reprodução sexuada origina novos organismos a partir de um ovo, célula que resulta da fusão de dois gâmetas.

Ao contrário da reprodução assexuada, na reprodução sexuada, ao longo das sucessivas gerações, os indivíduos não apresentam uma uniformidade de informação genética.


Palavras-chave:

Bipartição,Reprodução assexuada, Reprodução sexuada, Fecundação, Meiose, Mitose, Reprodução, Variabilidade genética, Progenitor, Gâmetas, Protistas.
Observação/Resultados

Os protistas apresentados foram observados na 1º aula, observaram-se preparações definitivas.

Fig1. Amiba



Fig2.espirogira


Fig 3. Penicillium
Fig 4. Hidra


Pelo contrário a blepharisma, penincillium e volvox foram observados na 2º aula.Foram criadas novas preparações a partir de efusões que continham folhas, água e outros fragmentos.

Discussão de resultados


Amiba
Também denominada vulgarmente por ameba, é um protozoário do filo rizópodes, cujos elementos têm a possibilidade de emitir projecções corporais denominadas pseudópodes. Os pseudópodes são utilizados para a deslocação e alimentação dos organismos. A formação de pseudópodes provoca uma constante alteração da morfologia do corpo do organismo. Muitas espécies encontram-se no solo, nos lodos e na água, onde se alimentam de outros protozoários mais pequenos e outros organismos unicelulares. A espécie mais conhecida é a Amiba proteus. E um ser vivo que se reproduz de forma assexuada através de bipartição.(Fig.1)
Espirogira
A espirogira é uma alga verde filamentosa não ramificada, cujo corpo é constituído por células rectangulares colocadas topo a topo. Esta alga forma massas flutuantes bastante densas, em água doce. Cada filamento é envolvido por uma bainha aquosa, que lhes confere um aspecto viscoso. Em condições favoráveis a espirogira reproduz-se assexuadamente por fragmentação,. Quando as condições são desfavoráveis, de forma a aumentar a variabilidade genética e consequente aumento da adaptação ao meio (no Verão, quando os charcos secam), a alga reproduz-se sexuadamente, o que implica a passagem de gâmetas através do tubo de conjugação ocorrendo depois fecundação e formação do zigoto.(Fig.2)
Penicillium*

O Penicillium é um género de fungos, o comum bolor do pão, que cresce em matéria orgânica biodegradável, especialmente no solo e outros ambientes húmidos e escuros. Reproduz-se deuma forma assexuada, esporulação, uma vez que após a formação das células reprodutoras, os esporos, cada um destes tem capacidade para originar um novo individuo.(Fig.3)
*Penicillium foi assim chamado devido ao facto de a sua estrutura produtora de esporos - o conídio - se assemelhar a um pincel.

Hidra
São hidrozoários com o corpo em forma de pólipo. Vivem em água doce, preferencialmente em águas frias e limpas, presas por uma extremidades a uma rocha ou a vegetação aquática.. Pode reproduzir-se assexuadamente, através de gemulação que consiste na formação de uma ou mais saliências (gomos ou gemas), que se desenvolvem e separam, originando novos seres . No entanto, pode utilizar também processos de reprodução sexuada, pois a hidra macho possui testículos, onde são produzidos os espermatozóides que, depois de libertados na água se deslocam até ao óvulo produzido nos ovários da hidra fêmea, ocorrendo fecundação e consequente formação de um ovo.(Fig.4)


Paramecium
Paramecium faz parte do reino protista. São seres unicelulares, cujo tamanho varia entre 50 e 300 mícron dependendo da espécie, possuem um corpo coberto por cílios simples que permitem a deslocação através da água e também são importantes na condução de partículas alimentares para o sulco oral.Reproduzem-se de uma forma assexuada, bipartição isto é, divisão de um ser em dois com dimensões idênticas.(vídeo)

Blepharisma
Blepharisma faz também parte do reino protista. Possui membros alongados entre os quais vacuolos contrácteis responsáveis pela osmorregulação. A blepharisma tal como a paramecia possui o corpo coberto por cílios.Reproduzem-se também de uma forma assexuada, bipartição, isto é, divisão de um ser em dois com dimensões idênticas.
Volvox

19 novembro 2010

Relatório de microscopia-ciclo celular

Tema /Teoria
Ciclo celular- Fase mitótica em células eucarióticas vegetais.
Resumo
O conjunto de transformações que decorrem desde a formação de um célula até ao momento em que ela própria, por divisão origina duas células filhas constitui um processo dinâmico e continuo a que se chama ciclo celular considerando-se duas fases:

  • interfase: corresponde ao período compreendido entre o fim de uma divisão celular e o início da seguinte;

  • Fase mitótica: período da divisão celular.

Na fase mitótica podem considerar-se duas etapas: a mitose e citocinese. A mitose engloba a prófase, metáfase, anáfase e telófase.

Palavras-chave
Ciclo celular, Anáfase, Citocinese, Cromossoma, Fase mitótica, Interfase, Metáfase, Mitose, Núcleo, Prófase, Replicação , Telófase.

Observações/Resultados

Para encontrar figuras de mitose em células vegetativas, pode recorrer-se a células de um órgão em crescimento, neste caso foi usado o ápice vegetativo da raiz da cebola.

Inicialmente misturou-se, num vidro de relógio um fragmento do ápice vegetativo da raiz da cebola com orceina acética e com ácido clorídrico*, aqueceu-se a preparação e fragmentou-se o o ápice com uma agulha espatulada.

Foram observadas de seguida as diferentes etapas da fase mitótica, podendo agora focar alguns dos aspectos mais relevantes:

  • Prófase- os cromossomas apresentavam-se curtos e espessos;

  • Metáfase- Observou-se a formação da placa equatorial;

  • Anáfase- Verificou-se a separação dos cromatídeos irmãos e a sua ascensão polar;

  • Telófase- Os cromossomas encontravam-se nos pólos da célula, verificando-se uma reconstituição da membrana nuclear e uma divisão do citoplasma da célula.

(Clique para ampliar a imagem)

* foi utilizado ácido clorídrico de forma a dissolver as lamelas medianas que unem as células

Discussão dos resultados

Os resultados observados foram em parte os esperados, apesar de as células eucarióticas se dividirem seguindo os mesmos mecanismos, o ritmo e o momento são muito variáveis( nas imagens apresentadas a maioria das células encontra-se no estadio de interfase), dependendo do tipo de célula e de vários factores.Na maioria das células, contudo ocorrem ciclos celulares com uma periodicidade que permite responder ás necessidades do organismo permitindo concluir que o ciclo celular obedece a rigosos mecanismos de controlo.


Fontes:

Silva Amparo, Gramaxo Maria, Baldaia Ludovina, Félix José. (Terra Universo de Vida), 1ª parte - Biologia.Porto Editora

08 outubro 2010

Biologia e Geologia 11º ano

Depois das curtas férias de Verão voltamos a postar no nosso blogue, agora com temas do 2º ano de Biologia e Geologia, esperamos que as postagens continuem a ser interessantes tanto para nós como para quem nos visita.




Qualquer dúvida ou sugestão:
claudia.peixoto08@gmail.com

29 abril 2010

Reacção Xantoproteica


Reacção Xantoproteica

Reacção característica de certos grupos de aminoácidos e das proteínas: a adição de ácido nítrico a uma solução de proteínas provoca um precipitado branco que se torna amarelo após a ebulição.



Informação

As proteínas incluem as moléculas com capacidade enzimática e as fibrilas contrácteis responsáveis por movimentos celulares e pela contracção muscular. As proteínas são cadeias de polipéptideos enroladas sobre si e estabilizadas por ligações de pontes de hidrogénio, pontes de enxofre e outros. Os polipéptideos são formados por aminoácidos ligados entre si por ligações peptídicas. Estas ligações ocorrem entre os grupos, carboxílico e amino, de aminoácidos vizinhos.

Nesta reacção as proteínas são identificadas pela adição de ácido nítrico, que depois de adicionado à solução e aquecido provoca o aparecimento de um coágulo
amarelo. Esta coagulação origina a formação de nitroproteínas. Estas adquirem um tom alaranjado após a alcanização com uma base, neste caso a amónia.




Fontes:
http://relatorios123.com.sapo.pt/BG/22/0.htm

01 abril 2010

Fez-se fogo-de-artifício no maior acelerador de partículas do mundo

Fez-se fogo no maior acelerador de partículas do mundo!

Onze anos após o início da sua construção, o maior acelerador de partículas do mundo fez as primeiras colisões a energias jamais alcançadas pelo homem.
Aplausos, sorrisos rasgados, copos de champanhe. Os cientistas que estavam ontem no Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN), em Genebra, não cabiam em si de contentamento. Onze anos após o início da sua construção, o maior acelerador de partículas do mundo fez as primeiras colisões a energias jamais alcançadas pelo homem. A partir de agora, pode começar a recriar como nunca antes as condições do Universo após o Big Bang, para desvendar de que é feita a matéria ao mais ínfimo pormenor.
Teresa Firmino


mais informações em : http://www.publico.pt/Ciências

21 março 2010

Trilobite olenellus

As trilobites são seres vivos que existiram à mais de 300 milhões de anos nos antigos mares da Terra. Foram extintas antes dos dinossauros existirem e são uma das criaturas que prentencem na sua totalidade à Era Paleozóica, a primeira Era a exibir uma proliferação de formas de vida complexas, que estabeleceu as bases da vida como ela é hoje. Apesar de os dinossauros serem uma especie muito conhecida a nivel de registos fósseis,as trilobites são também uma especies muito conhecida entre os familiarizados com a paleontologia (estudo do desenvolvimento da vida na Terra), e os fósseis desta especie são encontrados nas rochas de todos os continentes.
Assim com o objectivo de conhecer melhor uma especie que teve importância na evolução do estudo da Terra e que hoje em dia nos permite conhecer condições do paleózoico foi nos proposto a elaborção de um trabalho à cerca das trilobites da especie Olenelloidea( Olenellus).
mares do paleozóico



Olenelloidea (Olenellus) é uma das subordens da familia Redlicilda,esta é conhecida como uma das ordens mais primitivas de trilobites (junto com Ptychoparrida). Surgiu no Câmbrico à 524 milhões de anos atrás e grande parte do histórico da Redlichiida foi desenvolvido estratigraficamente. A extinção da subordem olenellus ocorreu à 513 milhões de anos.


As trilobites da subordem Olenelloidea(Olenellus) possuem um céfalo com uma sutura glabelar estreita e côncava com uma área pré-glabelar(LA) larga. A glabela apresenta uma estrutura em S1 ou L2, L3 com uma zona postero-lateral para trás que invade L2.
Torax com diversos segmentos(por vezes mais de 60) com sulcos não muito profundos.
Pigídio estreito com um ou poucos segmentos.



A trilobite olenellus tinha olhos grandes e crescentes e uma cauda pequena e mal desenvolvida. O exoesqueleto desta trilobite é escuro e brilhante.


Com este trabalho ficamos a conhecer melhor uma especie de trilobites que em tempo passados habitou os mares da Terra. A nossa principal dificuldade foi encontrar informação especifica sobre a trilobite, os sites na internet são poucos e não encontramos muita informação nos livros, o que tornou o trabalho um pouco mais complicado.
Apesar de tudo achamos importante a realização do trabalho e de interesse para que possámos perceber como eram algumas das especies primitivas da Terra.


Fontes:
http://www.fossilmuseum.net
http://www.trilobites.info/ordredlichiida.htm

28 fevereiro 2010

Visita de estudo

No dia 3 de Fevereiro de 2010 foi realizada uma visita de estudo ao Parque Paleozóico de Valongo no âmbito da disciplina de Geologia.
Vale do rio Ferreira entre as duas serras
Enquadramento geológico:
O Parque Paleozóico de Valongo fica a Sul da cidade de Valongo e dele faz parte a Serra de Santa Justa, parte da Serra de Pais e parte do Vale do Rio de Ferreira entre as duas serras. O centro interpretativo localiza-se na freguesia de Campo no Parque Fernando Melo. As formaçoes geológicas que se podem observar na área do parque paleozóico são, predominantemente doepósitos recentes do Quaternário da idade Paleozóica . Têm idades que variam do Precâmbrico e/ou Câmbrico ao Carbonífero através das rochas que formam o Complexo Xisto- Grauváquico, que emergem à superficie no núcleo do Anticlinal de Valongo . O Anticlinal de Valongo(estrutura geológica) é uma obra antiforma com os flancos assimétricos e orientados segundo a direcção noroeste- sudeste, com a mesma direcção das cristas que formam as Serras de Valongo.

Momentos da Visita
Acompanhados pelos professores: Luís Ferreira e António Varela, iniciamos a visita ao centro interpretativo de Valongo, onde se assistiu a uma pequena palestra. Aqui aprendemos um pouco mais sobre alguns dos animais que existiram no Plaeozóico e também a que condições é que a agora cidade de Valongo esteve sujeita à milhões de anos atras . Podemos observar algumas imagens e ler também uns pequenos textos acerca da região.

De seguida dirigimo-nos até a serra de Santa Justa onde seguimos um pequeno itenerário divido em paragens que nos ajudou a compreender melhor a formação geológica de Valongo.

  • 1º Momento: Observamos uma falha que se pode justificar pela presença de uma camada que sofreu recristalização. A falha ocoreu no sentido ascendente, uma vez que ao deslocarmos a mão "de baixo para cima" sobre a camada notamos uma certa aspereza . Podemos concluir também que o xisto é frágil uma vez que a guia conseguiu partir a rocha com bastante facilidade.
  • 2º Momento: Na segunda paragem observamos um local onde existia um filão(fojo), onde entre os séculos I e II d.C os Romanos exploravam ouro.
  • 3º Momento: Aqui observamos marcas da ondulação, uma das provas de que Valongo já se encontrou submerso. As "ripple marks" presentes devem-se ao facto da existência de água no momento em que a rocha consolidou.
  • 4º Momento: Nesta paragem podemos constatar a presença de uma dobra e a nítida observação dos seus estratos. Perto da dobra existia quartzo e podemos verficar que este é mais resistente que o xisto(rocha observada na primeira paragem).
  • 5º Momento: Na quinta paragem observamos pirite, e foi nos explicado que apesar de esta ser muito semelhante ao ouro não têm qualquer valor económico.
  • 6º Momento: Na sexta paragem vimos um conglomerado (rocha sedimentar)

ripple marks
Fojo



No final do nosso percurso podemos ainda observar dobras no cimo do monte que após sofrerem erosão são designadas por cristas.

A visita foi bastante enriquecedora uma vez que, ficamos a conhecer melhor o ambiente do palezóico de Valongo. Foi uma boa maneira de consolidar aquilo que temos vindo a aprender nas aulas de geologia, e embora achemos que provavelmente existiriam mais aspectos a referir durante o itinerário no geral a visita foi muito bem organizada.

Fontes:
http://www.paleozoicovalongo.com/
Algumas imagens aqui apresentadas foram cedidas por outros grupos de trabalho.


16 dezembro 2009

Petróleo


A sobreexploração e elevada utilização dos derivados do pertóleo tem impactes muito negativos para o meio ambiente como por exemplo:
-poluição nas cidades provocadas pelo gases libertados na combustão dos combustiveis (os gases poluentes são libertados em elevadas quantidades para a atmosfera )
- derrames petroliferos( poluem as aguas, afectam os seres vivos...)






Fontes

http://nosomosomeioambiente.blogspot.com/2010/05/area-afetada-por-catastrofe-no-golfo-do.html